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A melhor forma de poderes descobrir a história de uma cidade é através da história dos seus edifícios. As diversas reconstruções realizadas após vários conflitos demonstram a complexa história da capital da Hungria.

O Castelo de Buda. Está localizado no distrito do Castelo, em pleno coração da cidade de Budapeste e está composto por várias casas barrocas e medievais. Este castelo foi construído durante o século XIV, mas sofreu várias remodelações ao longo da sua história que lhe deram poucas semelhanças com o edifício original.

A sua fama nesta cidade é idêntica à da ponte das correntes, e ambos são os monumentos mais conhecidos nesta cidade. Um passeio pelas ruas próximas e as impressionantes vistas que este edifício proporciona, justificam a tua visita a este local onde muitas batalhas foram travadas e onde se escreveu uma boa parte da história húngara.

A Ponte das correntes. Até à sua inauguração, as cidades de Buda e de Peste apenas estavam ligadas durante o inverno, quando o rio gelava permitindo assim que se pudesse atravessar o rio a pé ou a cavalo. Esteban Széchenyi teve que esperar uma semana para que um marinheiro o pudesse levar de um lado ao outro do rio, pelo perigo que as placas de gelo apresentavam. Este facto levou-se a que oferecesse os seus rendimentos de um ano para que fosse construída uma ponte que viria a ser terminada no ano de 1849. No século XX, teve de ser reconstruída devido aos bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial.

Igreja de São Matias. Localiza-se junto do Bastião dos Pescadores, é o edifício católico mais representativo da cidade de Budapeste. Foi mandada construir durante o século XII, sob o reinado da Bela IV e desde então os vários reis foram adicionando algum elemento novo à sua construção.

É-lhe reconhecida a honra a Matias Corvino, que no ano de 1470 se tornou numa das figuras mais notáveis na restauração deste edifício, que continuaria a sofrer alterações até o século XIX. O estilo arquitectónico é eclético e conta com características barrocas combinadas com motivos bizantinos.

Seu nome original era a Igreja de Santa Maria e era o local de eleição para o casamento de muitos monarcas húngaros. Atualmente é palco de muitos concertos de música clássica.

Ópera de Budapeste. Este edifício é um dos mais representativo na Europa para este fim. Foi desenhado pelo arquiteto Miklos Ybl e foi inaugurado em 1884, na presença do imperador Francisco José. Entre outros, teve como director o tão ilustre Richard Strauss. Segundo consta, este edifício conta com uma acústica incomparável e a sua forma em ferradura fazem-no inconfundível.

Praça dos Heróis. O edifício que mais se destaca desta impressionante praça é o memorial do Milênio, com estátuas das sete tribos magiares que fundaram a Hungria e outras figuras-chave da história do país.
Nesta praça situa-se também o Palácio da Arte e o Museu das Belas Artes.

Basílica de Santo Estêvão. Esta basílica começou a ser construída em meados do século XIX e apenas foi concluída nos inícios do século XX, em parte devido a problemas causados pela sua cúpula. De estilo neoclássico, tem uma nave em forma de cruz grega e a sua fachada conta com duas torres gémeas. Desde o alto da sua cúpula pode-se obter uma vista deslumbrante sobre a cidade de Budapeste.

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